Uma ressonância magnética da coluna lombossacra realizada no dia 26 de maio de 2026, revelou o agravamento de alterações degenerativas na região lombar da paciente Jaciara Mariano Pereira, de 40 anos.
O exame foi solicitado pelo médico Dr. Eduardo M. B. Garbin e analisado pelo radiologista Dr. Eduardo Voltarelli de Souza.
De acordo com o laudo, foi constatada degeneração discal entre as vértebras L4-L5, com abaulamento do disco que comprime o saco dural e provoca estreitamento moderado do canal vertebral lombar, além de redução dos espaços por onde passam os nervos da coluna.
O quadro está associado à artrose das articulações facetárias e ao espessamento dos ligamentos da região.
O exame também identificou discopatia degenerativa no segmento L5-S1, caracterizada pela redução da altura do disco e pela presença de abaulamento associado a complexos disco-osteofitários, que diminuem significativamente o espaço dos neuroforames, principalmente do lado direito. Essa alteração pode comprometer a passagem das raízes nervosas e estar relacionada a sintomas como dores lombares, formigamentos e limitações de movimento.
Outro ponto destacado no laudo é que houve aumento do abaulamento discal em L4-L5 quando comparado à ressonância magnética realizada em 9 de maio de 2025, indicando progressão do processo degenerativo.
A paciente também apresenta histórico de cirurgia na coluna, com artrodese lombossacra realizada nos níveis L5 e S1.
O exame confirmou que o material de fixação, composto por hastes e parafusos metálicos, permanece no local da intervenção cirúrgica.
Apesar das alterações identificadas, diversas estruturas da coluna apresentaram aspecto preservado, incluindo os corpos vertebrais, a medula óssea, os pedículos vertebrais, o cone medular e a musculatura paravertebral.
O acompanhamento médico especializado é fundamental para avaliação da evolução do quadro e definição do tratamento mais adequado.
Texto e informações Repérter Vinicius Cardoso.