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Em meio à estiagem e baixa geração hídrica, bandeira vermelha deve ser mantida em setembro, apontam especialistas


26/08/2025

Em meio à estiagem e baixa geração hídrica, bandeira vermelha deve ser mantida em setembro, apontam especialistas

Enquanto o Brasil lida com aumento de tarifas e maior uso de termelétricas, mundo acelera transição para fontes renováveis

Desde o início do período seco em 2025, os consumidores têm enfrentado tarifas de energia mais elevadas. Em julho, a bandeira vermelha patamar 1, com acréscimo de R$4,46 a cada 100 kWh consumidos estava em vigor. Já em agosto, o cenário se agravou com a aplicação da bandeira vermelha patamar 2, elevando o custo adicional para R$ 7,87 por 100 kWh.

Esses aumentos refletem não apenas o baixo nível dos reservatórios, mas também a necessidade de maior acionamento das usinas termelétricas, que têm custo mais alto de geração. O período seco, característico do inverno e início da primavera, aumenta a dependência dessas fontes térmicas para garantir a segurança energética e a confiabilidade do fornecimento.

Diante desse cenário, alguns especialistas projetam a manutenção da bandeira vermelha também para o mês de setembro, com base na persistência da estiagem e da baixa hidraulicidade. Para reforçar o abastecimento e atender aos picos de consumo, o Ministério de Minas e Energia (MME) prorrogou até 30 de setembro a autorização para contratação de usinas térmicas de operação diferenciada, que permitem acionamento rápido quando necessário.

O futuro sustentável começa agora

Apesar do momento desafiador no país, o panorama global aponta para um futuro mais sustentável. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), as fontes renováveis devem ultrapassar o carvão como principal matriz de geração elétrica no mundo até 2025. A rápida expansão das energias solar e eólica, já competitivas em termos de custo, tem impulsionado essa transição.

A IEA destaca ainda que, embora a redução da geração a carvão seja mais lenta do que o previsto inicialmente com impactos até 2035, a crescente demanda por eletricidade e a modernização das redes caminham para consolidar as fontes renováveis como protagonistas da nova era energética.

No Brasil, empresas do setor já se movimentam para atender à crescente demanda por energia limpa. A Bionova Energia Solar é uma delas. Segundo o presidente da empresa, José Berta, o momento atual evidencia a importância de soluções sustentáveis e independência energética:

“O aumento constante das tarifas, especialmente em momentos de crise hídrica, mostra que depender exclusivamente da rede elétrica tradicional é cada vez mais inviável. A energia solar é hoje uma alternativa acessível, estável e que protege o consumidor contra essas oscilações”, afirma.

A Bionova vem registrando crescimento na procura por sistemas solares residenciais, comerciais, industriais e rurais, especialmente entre consumidores que buscam previsibilidade de custos e menor impacto ambiental. O engenheiro da empresa, Fernando Fey, reforça que a viabilidade técnica e econômica da energia solar nunca foi tão favorável:

“Com a evolução dos equipamentos e a melhora nas condições de financiamento, é possível reduzir drasticamente a conta de luz e ainda contribuir para a sustentabilidade. Hoje, um sistema bem dimensionado se paga em poucos anos e traz economia por décadas”, explica.

Além de minimizar os efeitos das mudanças climáticas, a expansão das energias renováveis contribui para o desenvolvimento econômico de regiões antes dependentes de combustíveis fósseis, e democratiza o acesso à energia especialmente em áreas rurais e remotas por meio de sistemas como micro-redes e painéis solares residenciais.

Enquanto a transição global avança, o desafio no Brasil é garantir a confiabilidade do sistema e ao mesmo tempo acelerar investimentos em fontes limpas, que representem uma alternativa estável e economicamente viável frente à crescente pressão tarifária sobre os consumidores.


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