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Cascavel vai recorrer para ficar fora de decreto que fecha atividades não essenciais


30/06/2020

Cascavel vai recorrer para ficar fora de decreto que fecha atividades não essenciais

O prefeito Leonaldo Paranhos falou no fim da tarde desta terça-feira (30) sobre o decreto estadual que determina fechamento de atividades não essenciais em 134 municípios do Paraná, entre eles o de Cascavel.

Todos são considerados com elevado índice de casos e de internamentos provocados pelo novo coronavírus.

Paranhos lembrou dos 3 pilares de enfrentamento à pandemia, desde preservar o maior número de vidas, não colapsar o sistema de saúde e manter a economia saudável, lembrou que o município vem fazendo sua parte e afirmou que até quinta-feira vai recorrer administrativamente ao Estado para rever a posição do seu decreto.

“Esse decreto nos traz momentaneamente um prejuízo para Cascavel, respeito a decisão, sei que a secretaria de estados tem muitas informações sobre necessidades e falta de medicamento, estamos caminhando com diálogo aberto para manter o equilíbrio”, descreveu ao apresentar dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) aonde, segundo Paranhos, teve um aumento expressivo do desemprego. “Estamos com um dos melhores cenários do Estado, mas não podemos perder empregos e estamos fazendo a nossa parte”, afirmou.

O prefeito aproveitou a transmissão pelas redes sociais para afirmar que uma parcela da população precisa melhorar sua disciplina. “A insistência de aglomerações, principalmente no fim de semana e à noite. Isso precisa mudar. O índice de distanciamento social foi uma das análises da Secretaria de Estado para decretar o fechamento de atividades não essenciais”, destacou.

Segundo o prefeito, a Procuradoria-Jurídica já trabalha para recorrer da decisão de forma administrativa e que o secretário de Saúde, Thiago Stefanello está trabalhando nas planilhas para reafirmar que Cascavel está fazendo sua parte. “Nós somos o Município do Paraná que mais testa, Cascavel está agindo com firmeza, sensibilidade e clareza. Aumentamos o número de leitos, a estrutura e as condições de manter os postos de emprego e economia, entendemos a preocupação da Sesa com a falta de medicamentos, mas estamos fazendo a nossa parte e entendemos que Cascavel tem a perfeita condição de ficar de fora desse decreto”, completou ao alertar que momentaneamente a decisão do Estado traz prejuízos à economia de Cascavel. Por enquanto segue então valendo a decisão do estado em fechar as atividades não essenciais a partir de amanhã (1º). Juliet Manfrin.

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